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Crónicas do Novo Mundo

Depois de séculos de escuridão, os sobreviventes da grande catástrofe emergem das Arcas de Vida, gerações e gerações depois os humanos voltam a caminhar na terra, que se abram as portas do novo mundo!

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Depois de séculos de escuridão, os sobreviventes da grande catástrofe emergem das Arcas de Vida, gerações e gerações depois os humanos voltam a caminhar na terra, que se abram as portas do novo mundo!

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O Concilio dos Deuses PT II

por Pinheirinho, em 03.02.17

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- Aqui mesmo! – Exclamou o Criador.

“Era o ano de 3024 da escala solar, os humanos já habitavam Marte à 5 anos, quando o jovem Alfonse, encontrou uma porta secreta na rocha, andava a brincar com o seu irmão Albert, quando por acidente descobriu enterrada debaixo de uma camada de areia uma porta de pedra, tinha uns símbolos estranhos e um boneco que parecia um anão, começaram os dois a escavar até revelarem a porta por inteiro, ficaram idiotas a olhar para a mesma, uma porta que levava para dentro do chão. Correram ambos até casa e avisaram os anciões da sua tribo.

- Pai, mãe, encontramos uma porta!

- O que faziam lá fora? Não sabem dos perigos que vos esperam lá fora?

- Sabemos mãe, mas encontramos uma porta, bem junto à Bolha 1.

- Aquela rocha feia e disforme?

- Sim pai, essa mesmo! Não é uma rocha é uma porta, com desenhos e tudo.

- Deve de ser aquilo que os nossos cientistas nunca encontraram, a razão pela qual o povo Marciano desapareceu. Vem esposa, vamos avisa-los!

Anciões e crianças correram de casa em casa batendo a todas as portas até chegarem a uma casa maior, quando chegaram várias pessoas os seguiam e o Homem gritou.

- Encontramos o que procuram!

Dois homens vieram a correr até à janela e olharam para a turba de pessoas.

- Os meus miúdos encontraram uma porta no chão junto à Bolha 1.

- Impossível, revistamos toda essa zona, não encontramos nada! – Gritaram os homens da janela.

- Revistaram mal, venham connosco, os miúdos mostram onde está!

Os homens saíram da janela, demoraram um bocado a chegar cá a baixo, traziam umas grandes malas que colocaram num dos carros estacionados à porta e com um gesto de mão indicaram aos miúdos para mostrar o caminho, todos correram atrás dos miúdos, saíram dos limites da cidade, passaram a primeira porta de controlo, colocaram os respiradouros e saíram para o exterior, caminharam até à Bolha 1, uma bolha de vidro enorme onde no seu interior estavam as árvores de fruto.

Seguiram mais uns 100 passos mais ou menos até uma rocha disforme no chão.

Os homens saíram do carro com as suas grandes malas e ficaram estupefactos a olhar para a pedra, continha caracteres estranhos e formas humanoides, o primeiro vestígio de vida inteligente em Marte, colocaram a grande mala no topo da pedra, abriram-na e ligaram-na, a máquina no seu interior tirava fotos em profundidade

Emitindo sons e impulsos magnéticos, os homens que operavam a máquina estavam boquiabertos, existia um túnel, por debaixo daquela porta que ao que tudo indicava pelas leituras teria mais de 2 quilómetros de profundidade, mais porque a máquina não conseguia ver mais do que isso, era apenas aquele buraco, tudo o resto era terra até esses 2 quilómetros.

Pegaram nuns comunicadores que traziam com eles e pediram reforços, grande máquinas perfuradoras, usadas para extracção de minerais essenciais às experiências que faziam no cultivo de plantas e árvores de fruto, mas as máquinas eram lentas e estavam longe, pelo que mais depressa se montaram tendas e novas bolhas à volta e sobre aquele enorme achado, homens corriam por todo o lado, limpavam a porta, procuravam um sentido para os escritos, para as figuras humanoides.

Enquanto se faziam testes atrás de testes, fotografavam a pedra, limpavam, perfuravam até, mas a pedra já partira três brocas de ponta de diamante, os humanos estavam a desesperar, até que a solução chegou, as gigantes máquinas tinham as suas gruas bem por cima da pedra, foram horas a tentar move-las, mas a pedra não mexia, até que um dos cientistas decidiu fazer amais básica das coisas, perfurar na diagonal até ao túnel, passando por debaixo da gigante pedra.

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